domingo, 22 de outubro de 2017

Literatura Nacional: José de Alencar

Olá amores, tudo bem com vocês?

Hoje eu trago um especial de mais um autor brasileiro. Dessa vez iremos conhecer melhor sobre a vida e a  obra de José de Alencar.




B I O G R A F I A

José  Martiniano de Alencar foi um romancista, dramaturgo, jornalista, advogado e político brasileiro. Foi um dos maiores representantes da corrente literária indianista e destaca-se com o livro O Guarani, publicado como folhetim no Diário do Rio de Janeiro.

Nascido no dia 1 de Maio de 1829 em Messejana, no Ceará. Era filho ilegítimo do senador do império José Martiniano Pereira de Alencar e de sua prima em primeiro grau Ana Josefina de Alencar.

Em 1847 escreveu seu primeiro romance "os contrabandistas" uma obra inacabada.  Em 1850 após concluir o curso de Direito, exerceu pouco a profissão, quatro anos depois ingressou no correio Mercantil na sessão "ao correr da pena" onde escrever outros acontecimentos sociais as estreias de peças teatrais e os livros e as questões políticas.
Veio a falecer aos 48 anos no Rio de Janeiro, vitima de uma tuberculose, deixando seis filhos, inclusive Mário de Alencar, que seguiria a carreia de letras do pai.




O B R A S

1. Cnco Minutos, romance, 1856;
2.Cartas Sobre a Confederação dos Tamoios, crítica, 1856;
3. O Guarani, romance, 1857;
4. Verso e Reverso, teatro, 1857;
5. A Viuvinha, romance, 1860;
6. Lucíola, romance, 1862;
7. As Minas de Prata, romance, 1862-1864-1865;
8. Diva, romance, 1864;
9. Iracema, romance, 1865;
10. Cartas de Erasmo, crítica, 1865;
11. O Juízo de Deus, crítica, 1867;
12. O Gaúcho, romance, 1870;
13. A Pata da Gazela, romance, 1870;
14. O Tronco do Ipê, romance, 1871;
15. Sonhos d'Ouro, romance, 1872;
16. Til, romance, 1872;
17.Alfarrábios, romance, 1873;
18. A Guerra dos Mascate, romance, 1873-1874;
19. Ao Correr da Pena, crônica, 1874;
Senhora, romance, 1875;
20. O Sertanejo, romance, 1875.




P R Ê M I O S

Grande expoente da literatura brasileira do século XIX, não alcançou a fundação do Silogeu Brasileiro. Coube-lhe, entretanto, a homenagem de ser patrono da cadeira 23 da academia.



Bom meus amores, eu espero de coração que vocês tenham gostado. 

Até a próxima! 

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